Creative writing

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Monument Valley
29,500 words

M ValleyMy first novella. Wrote it during my first year in the PhD program. Procrastination? So far it is my lengthiest work of fiction. It bloomed from a poem I wrote in my early 20s called “Don’t Wash My Hands – a poem to Henry Miller”. It’s a journey narrative about journey narratives in the age of Google Earth. It’s about the tyranny of honesty. It’s about the futility of unconditional freedom. It’s about the liberating powers of commitment. It’s about getting on with life. It’s about a bunch of stuff that I wrestled with in my youth. The story focuses on three main characters: Cornel, a black man with an old injured leg and back, who is driving west from Detroit to San Diego to meet Taye – the dying son he never met – and perhaps rekindle his relation with his ex-wife and high school sweetheart Candice. Méche, a well-educated young Mexican mother, who is traveling north to southern Ontario to work on her uncle’s tobacco farm, and is looking for a “destination” before she can return to her child. Dana, a white man, possibly gay, a talented painter, part sage, part jerk, who was once a rising star in California’s art circles but is now a self-described “Robinson Crusoe”; his car wrecked on the side of the road after a broken-hearted-drunken-drive, eastbound.  Each character travels in a set of coordinates – x, y, z – each corresponding with the different dimensions of the self – mind, body, soul – which come together in a small town in Arizona, traversed by a stretch of America’s “mother road”, the historical Route 66. As Dana put it, the action takes place here “as much as a car rolling down this stretch of the highway is here.” Where are they going?

Arquilivro
(projeto em curso)

arquilivroO meu atual projeto é um romance. Começei a escrevê-lo no verão de 2011 durante uma viagem de pesquisa aos arquivos em Portugal. Entretanto tive de o pôr de parte para me dedicar inteiramente à dissertação, mas espero voltar ao trabalho depois de terminar o doutoramento. Ainda é apenas uma idea em formação, mas a intenção é escrever uma autobiografia, autocrítica, ficçionada, narrada através de pequenos contos de estilos variados, baseados em memórias pessoais, de família, e do meu país. Estes serão encadeados não cronológicamente mas através de hiperligações temáticas, ou “palavras-chave”, como se de um arquivo digital se tratasse. O personagem principal, Vilela, é um arquivista marxista que tem como projeto profissional e político levar a luta de classes ao “burgo da memória.” Mas a sua obsessão pela “verdade histórica” acaba por o levar por trilhos cada vez mais abstratos e sinuosos, novas bifurcações que o afastam cada vez mais da sua “dialética materialista”. Esta exploração psicológica vai-se refletindo no encadeamento progressivamente caótico e surreal dos contos, até ao desenlace final… o qual ainda estou por descobrir. Os temas e o estilo deste romance são uma mescla de  autores pós-modernos como Jorge Luis Borges, Italo Calvino e Milan Kundera, e autores populares portugueses como Miguel Torga e Raul Brandão.

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